USO DA PISCINA
Sugestão recebida em 24/04
"Olá
Gostaria de manifestar minha opinião em relação à regra que limita o uso da piscina a, no máximo, 5 pessoas por apartamento.
Entendo que essa medida foi adotada durante o período da pandemia, com o objetivo de garantir a segurança de todos. No entanto, considerando o momento atual, em que já não vivemos as mesmas restrições sanitárias, acredito que essa regra merece ser reavaliada.
Em diversas situações, mesmo com a área da piscina vazia ou com baixa ocupação, moradores são impedidos de permanecer no local apenas por estarem em número superior ao permitido. Isso acaba gerando desconforto e limita o uso de um espaço comum que poderia ser melhor aproveitado por todos.
Acredito que o bom senso e o respeito à capacidade total da área deveriam prevalecer, permitindo maior flexibilidade, principalmente quando não há aglomeração.
Dessa forma, solicito gentilmente que essa regra seja revista ou ajustada, para que esteja mais alinhada com a realidade atual e com o uso consciente dos espaços comuns pelos moradores.
Serei muito grata se a questão citada seja discutida."
Agradeço desde já
Moderador
Agradecemos pela sua manifestação — ela traz um ponto importante sobre o uso dos espaços comuns do condomínio. De fato, regras muito rígidas, quando aplicadas sem considerar o contexto, podem acabar limitando o uso de áreas que existem justamente para proporcionar lazer e convivência. Situações como a piscina vazia ou com baixa ocupação, mas com restrição de permanência por número fixo de pessoas por unidade, merecem atenção e reflexão. Ao mesmo tempo, é importante garantir que o uso desses espaços aconteça de forma organizada, respeitosa e equilibrada para todos.
Acreditamos que o uso da piscina deve acompanhar a realidade de ocupação do condomínio ao longo do ano. Em períodos de baixa utilização, é possível flexibilizar a quantidade de pessoas por unidade, permitindo melhor aproveitamento do espaço. Já em finais de semana, feriados e alta temporada, quando há maior movimento, faz sentido adotar limites mais definidos para garantir organização, conforto e acesso equilibrado a todos.
O princípio é simples: quanto menor a ocupação, maior a flexibilidade; quanto maior a demanda, maior a necessidade de organização — sempre com bom senso e respeito coletivo.
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